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O ambiente marinho é responsabilidade de todos

Os oceanos são ecossistemas com elevada diversidade biológica, que ainda é desconhecida devido ao número reduzido de pesquisas ligadas a ele e, atualmente, ele se encontra ameaçado por atividades humanas, o que reforça a necessidade de proteção do ambiente marinho.


Após um período de negociações que não tiveram resultados o Comitê da ONU sobre a Diversidade Biológica Fora das Zonas de Jurisdição Nacional resolveu elaborar um regulamento internacional que busca a proteção e uma utilização equilibrada dessas áreas, onde a vida marinha é conservada.


Um documento foi produzido na conferência Rio+20 e demonstra as preocupações de governos de alguns países com a proteção e conservação da diversidade biológica fora das zonas de jurisdição nacional e cada vez mais países de todo o mundo tem se convencido da importância da preservação do ecossistema marinho e, dessa maneira, surge a necessidade dos governos se unirem para que seja possível a implantação de estratégias eficientes de proteção do ambiente marinho.


Pesquisadores acreditam que exista um grande número de espécies desconhecidas no ambiente marinho por isso há uma grande necessidade de pesquisar e descobrir mais informações, adquirir mais conhecimento sobre o ambiente marinho já que ele pode ser a chave para alguns males que atingem a saúde humana e também pode conter elementos importantes para o equilíbrio do planeta.


Espera-se que os países consigam entrar em acordo para que possam obter e compartilhar os dados relacionados ao ambiente marinho e assim desenvolver produtos que beneficiem a todos e também que exista uma preocupação e ação de todos os governos para proteger o rico e ainda desconhecido ecossistema marinho.

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5 PISCINAS PARA MERGULHAR ANTES DE MORRER

Uma seleção realizada pelo site  BuzzFeed, reuniu as 24 piscinas  mais exóticas já construídas ao redor do mundo.  Além de serem incríveis, são ideais para relaxar depois de um dia de viagem e outras, dá até para fazer um curso de mergulho básico.

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The Caribian Hotel, Suíça 

 

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San Afonso Del Mar, Chile

 

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Mardan Palace, Turquia 

 

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Ubud Hanging Gardens, Indonésia

 

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Crocosaurus Cove, Austrália 

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Misteriosas manchas fluorescentes iluminam o mar de Hong Kong

A costa de Hong Kong foi tomada recentemente por misteriosas e fascinantes manchas de azul fosforescente. Apesar da beleza, esse fenômeno é preocupante e potencialmente tóxico, segundo biólogos marinhos.

O brilho é um indicador da proliferação de um organismo unicelular chamado Noctiluca scintillans e o fenômeno é apelidado de “mar brilhante”. A Noctiluca scintillans parece uma alga. Mas, tecnicamente, pode funcionar como animal ou como planta.

Esse tipo de proliferação é desencadeado por poluição agrícola, que pode ser devastadora para a vida marinha e para a pesca local, de acordo com a oceanógrafa da Universidade da Georgia Samantha Joye , que mostrou à Associated Press fotos da água brilhante.

Fonte: mergulhadores.com.br

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Para onde vão as tartaruguinhas que nascem na Bahia?

Pesquisadores do Projeto Tamar iniciaram em novembro/2014 a colaboração com o Grupo de Oceanografia Tropical da UFBA, através dos professores Guilherme Lessa e Janini Pereira, para monitorar e investigar a sazonalidade da circulação da plataforma e do clima de ondas no litoral norte da Bahia. A região é prioritária para a proteção das desovas de tartarugas marinhas no Brasil e a pesquisa pode gerar importantes informações para a sua conservação. Questões ainda desconhecidas para a ciência sobre o comportamento dos filhotes em relação às correntes marítimas, sobre possíveis efeitos das mudanças climáticas na circulação da água dos oceanos, e consequentemente sobre o comportamento dos animais, poderão começar a ser estudadas.

Os dados hidrodinâmicos estão sendo coletados continuamente por um correntômetro/ondógrafo Dopler adquirido pela UFBA e instalado pela equipe do Tamar a 30 metros de profundidade. Os registros permitem saber a direção, altura e frequência das ondas, além da velocidade e direção das correntes em toda a coluna d’água. Nas análises desses dados os pesquisadores vão relacionar a movimentação da água com as condições meteorológicas, e os resultados poderão trazer maior conhecimento e propostas de melhores práticas para garantir a sobrevivência das tartarugas marinhas.

O que se denomina “Anos Perdidos” corresponde a um período entre o nascimento e a vida juvenil das tartarugas que os pesquisadores desconhecem. Os filhotes com aproximadamente 10cm de tamanho “somem” após alcançarem o mar e só voltam a ser vistos já juvenis, com cerca de 40cm, mas ainda distantes da fase reprodutiva. Entre as cinco espécies que ocorrem no Brasil os registros mínimos são de 72cm de comprimento de casco para a oliva (Lepidochelys olivacea), que é a menor de todas, e máximos de 178cm para a de-couro (Dermochelys coriacea), a maior de todas. A vida reprodutiva começa aproximadamente aos 30 anos, variando um pouco de uma espécie para outra.

Todos os anos, as praias do litoral norte da Bahia são o ponto de partida de milhares de filhotes, conta Paulo Lara, biólogo do Tamar que coordena a equipe de mergulhadores que coleta os dados e faz a manutenção do aparelho. O quanto as tartaruguinhas são influenciadas pelas correntes marítimas ou o quanto se deslocam por conta própria, para onde vão ou o que fazem neste período ainda são perguntas sem respostas para pesquisadores de todo o mundo.

Fonte: Tamar

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SISTEMA AVISA QUANDO TUBARÕES ESTÃO POR PERTO

Atualmente, diversas praias em todo o globo usam sistema de rede afim de proteger banhistas de possíveis ataques de tubarões. Porém, além de não ser 100% eficaz, tal medida fere os tubarões e limita a movimentação de peixes, tartarugas e demais espécies que ficam presas na rede.  Em busca de uma solução mais eficiente e que ofereça menos risco aos animais, foi criada a Clever Buoy.

Desenvolvido pela empresa australina Optus, em parceria com o Google e com a Shark Attac Mitigation Systems, o projeto é capaz de identificar e buscar  a presença de animais por meio de um sonar e enviar as informações para um satélite, que imediatamente alerta os salva-vidas da região. O processador presente na boia inteligente consegue analisar as reflexões dos sinais emitidos e identifica até mesmo o tipo e o tamanho do animal.

Em fase final de testes, o Clever Buoy será instalado na praia de Bondi, na Austrália. Futuramente, o sistema será adaptado para reconhecer também outros tipos de vida marinha, permitindo a biólogos ter controle, em tempo real, sobre o que acontece na costa australiana.

Futuramente, o sistema será adaptado para reconhecer também outros tipos de vida marinha, permitindo a biólogos ter controle, em tempo real, sobre o que acontece na costa australiana.

Fonte: Revista Mergulho