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Marlim azul é declarado peixe símbolo do Espírito Santo

A partir de agora, o marlim-azul (Makaira nigricans) é, oficialmente, o peixe-símbolo do Espírito Santo. O novo ícone capixaba foi oficializado na última quinta feira (15), através de uma lei sancionada pelo governador Paulo Hartung. Com a oficialização, o estado também ganha um dia especial para o animal, que será comemorado em todo 28 de fevereiro.

De acordo com informações do Governo do Espírito Santo, a lei declara que declara o Makaira nigricans como peixe símbolo do estado foi criada, principalmente, por conta do animal ser muito procurado por pescadores locais que praticam pesca esportiva, onde o praticante têm como o objetivo fisgar o animal apenas pelo prazer da pesca. Após pesar, medir e fotografar, o pescador o devolve para a água.

“Pescadores do mundo inteiro são fascinados pela quantidade e tamanho dos peixes do litoral capixaba. O marlim-azul é um dos destaques da pesca esportiva no Espírito Santo, e atrai diversos turistas que sonham em encontrá-lo”, disse José Sales Filho, secretário de turismo do estado.

Ainda de acordo com informações da Secretaria de Turismo do Estado, a capital do Espírito Santo tem dois recordes internacionais pela captura de marlim azul e branco: o mundial de marlim azul é um peixe de 636 quilos, que foi capturado em fevereiro de 1992, e o do marlim branco com um peixe de 82,5 quilos, capturado em dezembro de 1979.

Fonte: TopBiologia

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“Peixe com mãos” pode ser extinto

A população de peixes “handfish” (algo como “peixe com mãos”, em português) tem caído drasticamente, indica estudo da agência australiana de pesquisa CSIRO.

O peixe, da família Brachionichthyidae, tem esse nome pois costuma “rastejar” ao invés de nadar.

Foram identificados apenas 79 peixes da espécie em seu único habitat, o estuário do Rio Hobart, na Tasmânia, Austrália.

Segundo os cientistas responsáveis pelo estudo, a diminuição no número de peixes deve-se ao fato de que os “handfish” depositam seus ovos no fundo do mar, e se camuflam para protegê-los. Porém, com o habitat sendo destruído, a camuflagem é inútil e seus ovos ficam expostos a predadores.

Para evitar a extinção do peixe, cientistas estão estudando a possibilidade e os custos de reprodução em cativeiro.

Fonte: G1