Qual foi o mergulho mais profundo feito até hoje?
December 26th, 2016 / (No Comentários)

Qual foi o mergulho mais profundo até hoje?

Respirando o ar de cilindros, o sul-africano Nuno Gomes chegou a 318,25 metros em junho de 2005. Só com o ar dos pulmões, o recorde é do belga Patrick Musimu: em um só fôlego, ele foi a 209,6 metros! Contudo, apesar de ter documentado o mergulho em vídeo, Musimu não aceitou a presença de juízes da Associação Internacional para o Desenvolvimento do Mergulho Livre, principal organização da modalidade, e, por isso, não é reconhecido oficialmente como o recordista.

A marca oficial da categoria Sem Limites, que permite o uso de um trenó para acelerar a descida (veja o infográfico ao lado), é do austríaco Herbert Nitsch – 172 metros. A grande dificuldade em mergulhos profundos, com ou sem cilindro, é a pressão. Na superfície, a pressão é de 1 quilo por cm2 (ou 1 atmosfera) e, sob a água, ela aumenta 1 quilo por cm2 a cada 10 metros – portanto, a 200 metros ela é 21 vezes maior do que na superfície.

O que isso significa?

Para o mergulhador de apneia (sem cilindro) significa um brutal esmagamento dos seus pulmões: se na superfície ele enche o peito com 6 litros de ar, lá embaixo eles viram 0,285 litro. Em mergulhos com cilindro, a pressão não comprime os pulmões, mas sim o gás levado no cilindro. Quanto mais o mergulhador afunda, mais denso fica esse gás e, portanto, o esforço para inalá-lo aumenta. Outro problema da pressão, em qualquer tipo de mergulho, é a ação dela nos ouvidos: o peso da água sobre os tímpanos é cada vez maior. Esses problemas levam a crer que o homem está perto do limite de profundidade no mergulho, embora os mergulhadores tentem provar o contrário. “Quanto mais avanço, mais acredito que o limite não existe”, diz o francês Loic Leferme, ex-recordista mundial de apnéia, com a marca de 171 metros.

Fonte: Mundo Estranho

como-funciona-um-curso-de-mergulho
December 7th, 2016 / (No Comentários)

Como funciona um curso de mergulho

Mergulhar é uma diversão extremamente segura e acessível. Hoje em dia o maior obstáculo para a ampliação do número de mergulhadores é a falsa ideia de que é difícil aprender. Em alguns minutos da primeira aula de piscina, aprende-se a respirar ar puro comprimido embaixo da água e após o encerramento do curso pode-se alugar o Equipamento “SCUBA”, sem a necessidade de adquiri-lo a princípio.

Portanto, conjugar viagens de passeio com o mergulho é uma forma de aproveitar mais cada contato com o mar e a natureza.Se você vem para o litoral, ou até mesmo vai para o exterior e quer mergulhar em alguns locais turísticos é possível fazer uma aula de experiência, mas o ideal é fazer um curso e levar sua credencial, pois sai mais barato e há mais liberdade para a exploração submarina.

O Curso de Mergulho Autônomo Básico é o primeiro dentro da área de mergulho autônomo. Antigamente, exigia-se conhecimento prévio de mergulho livre (usando o fôlego), o que não se faz necessário atualmente pois a maioria dos cursos fornece noções sobre esse assunto. A idade mínima para o curso é de 12 anos completos. O exame médico é realizado durante o curso em anamnese própria para o mergulho.

A duração do curso é de geralmente uma semana englobando teoria e prática, ou um fim de semana intensivo. Na teoria são abordados diversos assuntos: equipamentos, técnicas, meio ambiente, planejamento de mergulho, etc. Na parte prática em piscina, são treinados montagem e desmontagem do equipamento, equipagem e desequipagem, utilização do equipamento sob a água e na superfície, equilíbrio, prevenção e manejo de situações de emergência e auxílio a mergulhadores entre outros tópicos.

Após o curso são realizadas saídas (check-outs) para que os alunos treinem no mar o que aprenderam na piscina, ganhando confiança e experiência, podendo então ser credenciados para obter o certificado internacional, para poderem alugar equipamentos e mergulhar em qualquer lugar do mundo, mesmo sem a presença de um instrutor.

Outros cursos estão disponíveis para quem já mergulha: o “Avançado” (que inclui mergulho noturno), o curso de resgate, mergulho em naufrágios e muitos outros de acordo com seu interesse. Daí para frente é só sair mergulhando pelos sete mares…

Fonte: Base Cangulo

Esteja atento as regras de segurança na hora do mergulho em apneia e pesca sub
November 27th, 2016 / (No Comentários)

21 Regras de segurança do mergulho em apneia e pesca submarina

Regras de segurança bem bacanas para quem fará mergulho em apneia e pesca submarina:

1 – Não mergulhe sozinho. Encontre um parceiro qualificado que domine técnicas de resgate e primeiros socorros.

2 – Nunca se arrisque com o intuito de se exibir para os seus amigos demonstrando que consegue descer fundo e capturar peixes grandes.

3 – Durante a pesca submarina, utilize no máximo 60% da sua capacidade de apneia. Reserve os outros 40% para uma eventual situação de emergência.

4 – Nunca mergulhe em apneia logo após mergulhar autônomo. As microbolhas de nitrogênio residual podem se expandir durante a rápidas subidas do mergulho em apneia, causando doença descompressiva. Aguarde pelo menos 12h após um mergulho autônomo, antes de mergulhar em apneia.

5 – Remova o respirador (snorkel) da boca antes de imergir. Caso ocorra um apagamento, o risco de inalar água é maior se o snorkel ainda estiver na boca. Além disso, a expiração forçada para desalagar o snorkel na superfície após o retorno de uma imersão reduz drasticamente a pressão de O2 nos pulmões, aumentando o risco de um apagamento.

6 – Nunca hiperventile. O estado de hiperventilação geralmente ocorre após mais do que 15 inspirações profundas por minuto. Ele aumenta a pulsação e reduz os níveis de CO2 a ponto do apneísta sofrer um apagamento (síncope) antes que o CO2 atinja o nível mínimo necessário, para provocar a vontade de respirar.

7 – Mantenha o contato visual com o seu parceiro por pelo menos 20 segundos após ele ter retornado de um mergulho em apneia. Há muitos registros de “samba” ou apagamento após alguns segundos do retorno à superfície.

8 – Nunca teste a flexibilidade dos seus tímpanos. Equalize sempre ao menor sinal de variação de pressão. Não espere sentir dor para equalizar.

9 – Recupere-se bem entre uma imersão e outra. Esta regra merece especial atenção dos pescadores submarinos que realizam imersões consecutivas para desentocar peixes e, devido à ansiedade, negligenciam uma recuperação adequada na superfície. Para mergulhos abaixo de 20m de profundidade, recupere-se por pelo menos o dobro do tempo de duração do último mergulho, a fim de evitar doença descompressiva.

10 – Evite olhar para baixo durante a descida (salvo para evitar colisões com o fundo) e para cima durante a subida (salvo para evitar colisões barcos e outros objetos na superfície). A inclinação da cabeça, além de prejudicar o hidrodinamismo, dificulta a equalização durante a descida e reduz o fluxo sanguíneo para o cérebro, além da pressão do O2 nos pulmões durante a subida.

11 – Nunca faça imersões com os pulmões vazios. Esta é uma técnica perigosa utilizada somente em preparações específicas de atletas de elite.

12 – Ajuste a quantidade de lastro de acordo com a profundidade que irá mergulhar. Na dúvida, coloque menos lastro, e nunca a mais.

13 – Não acelere demais o ritmo da subida. Se achar que não terá fôlego suficiente para retornar, abandone o lastro.

14 – Não realize mais do que dois mergulhos profundos (de performance máxima) num mesmo dia.

15 – Suspenda as atividades de mergulho no dia que tiver sofrido um “samba” ou apagamento.

16 – Avalie as condições do mar, confira as previsões e planeje o mergulho antes de sair para o mar.

17 – Utilize sempre bóias de sinalização para ser mais facilmente localizado e evitar acidentes com embarcações.

18 – Tome cuidado com o excesso de carpas. Esta é uma técnica avançada utilizada por atletas de elite para hiperinsuflação dos pulmões e pode gerar graves lesões se praticada em excesso. Nunca faça carpas durante alongamentos para caixa torácica e posições de yoga.

19 – Jamais mergulhe sob o efeito de álcool ou outros entorpecentes. Também não mergulhe gripado ou congestionado.

20 – Faça intervalos a cada pelo menos 2h para se hidratar e alimentar.

21 – Respeite os limites do seu corpo levando em conta que eles podem variar de dia pra dia.

Fonte: Brasil Mergulho

mergulho-ilha-de-guam
October 26th, 2016 / (No Comentários)

Mergulho na ilha de Guam

Apesar de vida marinha não ser o forte da Micronésia — especialmente em Guam, onde as batalhas navais do passado prejudicaram em muito o meio ambiente submarino, que até hoje ainda não se recuperou totalmente — a água ali é quente e cristalina, os corais são belíssimos, e todas as praias da ilha oferecem condições ideais para o snorkeling. As mais famosas são Gun Beach (que tem este nome por preservar um antigo canhão usado durante a guerra), Gab Gab Beach, próximo da base naval americana, e o Merizo Pier Park, que tem estrutura para uma infinidade de esportes náuticos e um pier que facilita a entrada no mar.

Já para o mergulho autônomo, há mais de 30 pontos ao redor da ilha que podem ser visitados de barco por mergulhadores habilitados, com auxílio de operadoras.

Outro destaque ao longo de uma área extensa do litoral da ilha é o War in the Pacific National Park, que apresenta reproduções de trincheiras, canhões, veículos de guerra e outras memorabilias, que contam aos visitantes a história dos combates pelo controle das ilhas do Pacífico.

No geral, Guam tem acomodações para todos os bolsos e gostos. Não é à toa que é conhecida como uma versão mais barata do Havaí. Resorts à beira-mar, ultra confortáveis, têm preços razoáveis. O que torna aquela bela ilha mais distante para nós, brasileiros, é justamente o preço da viagem. A melhor forma de se chegar a Guam é com conexões via Tóquio.

Palestra sobre mergulho offshore no IFF
October 3rd, 2016 / (No Comentários)

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia promove palestra sobre mergulho no mercado offshore

Com o tema “O Mergulho no mercado offshore”, a palestra, com o mergulhador profissional Cristiano Azeredo, tem o objetivo de mostrar aos estudantes a importância do mergulho comercial para as operações offshore, reparos e inspeções navais.

O evento, promovido pelo professor do Curso de Petróleo e Gás, Allysson Rodrigues Teixeira, será realizado na próxima terça-feira, dia 04 de outubro, às 14h, e é aberto a todos os estudantes do campus São João da Barra do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia.

“Dentre várias categorias, a palestra dará ênfase ao mergulho profundo, por ser uma das principais atividades no setor petrolífero. O mergulho profundo faz uso de misturas respiratórias: hélio e oxigênio, supridas a partir da superfície. O mergulhador permanece em uma câmara saturada durante 28 dias, submetido a uma pressão de trabalho até dez vezes maior que a atmosférica”, destaca Alysson.

Veja aqui o cartaz do evento.

Fonte: portal1.iff.edu.b

a-historia-do-mergulho
September 26th, 2016 / (No Comentários)

A história do mergulho

Engana-se profundamente quem pensa que a história do mergulho começa com as descobertas de Cousteau… As datas dos primeiros registros do homem tentando desvendar os segredos e mistérios das profundezas são muito, muito mais antigas do que a maioria pode imaginar e até mesmo acreditar.

Existem registros comprovados de que há 6500 anos o homem já criava acessórios para suas incursões ao mundo sub-aquático. Alexandre o Grande utilizava “mergulhadores” em suas ações militares.

Mas a evolução do mergulho aconteceu muito lentamente, em 1531 Gugliemo de Lorena projetou o primeiro sino de mergulho (que recebeu este nome pela aparência. Era um cone voltado com a sua abertura para baixo e com sua extremidade superior selada, armazenando ar no seu interior. Isso permitia que os mergulhadores em apnéia voltassem ao sino para renovar seu suprimento de ar).

A primeira roupa de mergulho” foi construída em 1715 por John Lethbridge e era de madeira. Isso mesmo, de madeira. Resistia até os 20m de profundidade.

Apenas depois de 100 anos, o mergulho recebeu seu primeiro grande salto tecnológico. No inicio do século XIX os irmãos Deane adaptaram um capacete utilizado em minerações para o mergulho. Surgia então a era do escafandro, que foi sendo cada vez mais adaptado e melhorado. Em 1839 Augustus Siebe criou o primeiro traje impermeável, utilizando um sistema de fixação do escafandro à roupa. Em poucos meses sua invenção estava sendo fabricada aos milhares, e permaneceu inalterada pelos próximos 100 anos. Algumas delas continuam em uso até hoje ! Pouco tempo depois foi a vez de Rouquayrol e Denayrouze, que desenvolveram sistemas de bombeamento de ar e o primeiro sistema autônomo de mergulho. Ambos utilizando máscaras tipo “full face”, no segundo e mais importante desenvolvimento da dupla, os mergulhadores podiam em mergulhos mais curtos e rasos utilizar o ar armazenado em pequenos cilindros. Os primeiros protótipos foram construídos em 1872. Em um museu francês ainda é possível encontrar uma amostra desse equipamento, e em funcionamento!

Nesta mesma época, os primeiros trabalhos científicos sobre descompressão começaram a surgir através das experiências de Paul Bert, que pode ser considerado o “pai da medicina hiperbárica.

Pronto. Com os novos equipamentos, compressores mais potentes e o estudo sobre medicina hiperbárica, o homem estava pronto para começar explorar o fundo do mar!

Nasce agora a “Era do Escafandro”. Após as invenções anteriores, o escafandro ficou anos e anos sem sofrer modificações mais significativas, mas com o aumento da exploração submarina, começaram a aparecer os primeiros casos de Doença Descompressiva, que era compreendida por poucas pessoas e cada vez os casos se tornavam mais e mais graves. Em 1906 foi criado um comitê especial pela Marinha Inglesa para investigar o problema, e tinha como líder o professor John Scott Haldane, que foi o responsável pelo famosos “Modelo Haldaniano”, fórmula de cálculos e tabelas de descompressão que são utilizados até hoje em alguns computadores de mergulho. Através de Haldane, foram desenvolvidos novos equipamentos e compressores, além de câmaras hiperbáricas e o conceito de descompressão em estágios.

Em 1916 estreou nos EUA o filme “20.000 Léguas Submarinas”. Foi o primeiro contato do grande público com o mundo submarino… É isso mesmo, a versão de Julio Verne de 1954 na verdade é a segunda versão do clássico !!! Quase quarenta anos antes de Julio Verne, os irmãos Williamson utilizaram escafandros para produzir a primeira versão, com cenas jamais vistas antes !!! Mas era preciso “libertar” os mergulhadores, e a espera não foi muito longa. Em 1943 dois franceses finalmente cortaram definitivamente os umbilicais que mantinham os mergulhadores ligados a superfície. Costumo dizer que foi exatamente nesse momento da história que Jacques Yves Cousteau e Emile Gagnan inventaram todos nós, mergulhadores da era do Aqualung, nome dado ao primeiro equipamento autônomo de mergulho.

Durante algum tempo Cousteau tentou por diversas formas reduzir a pressão de ar dos cilindros a uma pressão ambiente, onde pudéssemos respirar com facilidade. Foi então que o seu sogro, diretor da Air Liquide indicou que ele falasse com o engenheiro Emile Gagnan, que estava trabalhando em uma válvula redutora de pressão para ser utilizada em veículos movidos a gás. Então Cousteau realizou um mergulho histórico no Rio Marne, nos arredores de Paris, e assim, de forma simples, o Aqualung foi desenvolvido!!! Pouco tempo depois já estava sendo produzido em série e exportado para todo o mundo.

Mas a contribuição de Cousteau não termina por aí. Durante 50 anos ele encantou o mundo com suas imagens submarinas, com seus documentários e sua luta incondicional pela defesa do meio ambiente, com certeza, é a maior lenda do mergulho. Logo abaixo segue o trecho final de um de seus textos… “Quando vamos até o fundo do mar, descobrimos que alí jamais poderíamos viver sozinhos. Então levamos mais alguém. E esta pessoa, chamada de dupla, canga, companheiro ou simplesmente amigo, passa a ser importante para nós. Porque além de poder salvar nossa vida, passa a compartilhar tudo o que vimos, tudo o que sentimos. E de duplas, passamos a ter equipes. E estas equipes passam a ser cada vez mais unidas. E assim entendemos que somos todos velhos amigos, mesmo que não nos conheçamos. E esse elo que nos une é maior do que todos os outros que já encontramos. E isso faz de nós mais do que amigos, faz de nós mais do que irmãos. Faz de nós… MERGULHADORES”.

Fonte: http://www.immersioni.com.br/

Mergulho armador encontra tesouro
September 14th, 2016 / (No Comentários)

Como o mergulho amador levou à maior descoberta de tesouro arqueológico romano em décadas

Dois mergulhadores encontraram acidentalmente um tesouro arqueológico do império romano perdido no mar há séculos. A descoberta arqueológica, ocorrida na costa de Israel, é a maior desse tipo nas últimas três décadas.

Ran Feinstein e Ofer Ra’anan estavam mergulhando em uma área próxima às ruínas do porto romano de Caesarea.

Eles saíram da rota sem querer e avistaram um pequeno objeto a cerca de 90 metros da caverna que estavam procurando.

“Eu vi uma coisa diferente e pensei que poderia talvez ser um brinquedo que as pessoas jogaram no mar. Mas peguei e percebi que era uma estrutura de bronze, muito pesada”, disse um dos mergulhadores à BBC.

Logo em seguida a dupla encontrou um segundo objeto e começou a se dar conta de que poderia ter encontrado algo de grande valor arqueológico.

Os dois disseram que voltaram para a superfície, discutiram o que iriam fazer e voltaram para a costa para entrar em contato com a Autoridade Arqueológica de Israel.

Um inspetor foi até o centro de mergulho onde os dois estavam e constatou que os objetos recolhidos eram da época do império romano.

No dia seguinte, uma expedição com mergulhadores profissionais encontrou mais artefatos, muitas moedas e cinco ou seis âncoras.

“O mais incrível é que foi tudo por acidente, não estávamos procurando nada. Foi incrível, me senti como Jack Sparrow por um segundo”, disse um dos mergulhadores, em referência ao personagem interpretado por Johnny Depp na série de filmes Piratas do Caribe.

Porto romano
Especialistas trabalharam no local por cerca de um mês e constataram que os artefatos estavam em um antigo navio romano que possivelmente afundou ao ser atingido por uma tempestade.

Isso aconteceu no século 1 d.C. próximo ao local onde o porto de Caesarea existiu. O local era importante na logística do comércio marítimo no Mediterrâneo, mas foi destruído por razões desconhecidas – por um tsunami ou terremoto, segundo algumas teorias.

Na década de 1960, a área foi explorada por arqueólogos israelenses e transformada em parque nacional.

Fonte: UOL

Mande cartões postais do fundo do mar
September 14th, 2016 / (No Comentários)

Mande cartões postais do fundo do mar

A três metros de profundidade no mar de Hideaway Island, ilha de Vanuatu – país da Oceania -, os visitantes podem mergulhar com snorkel e enviar cartões postais à prova d’água. Para ninguém se molhar a toa, uma bandeira na superfície avisa quando há funcionários trabalhando.

Diferença entre produtos resistentes e à prova d'água
August 31st, 2016 / (No Comentários)

Resistente à água x prova d’água

Muitas pessoas se confundem com o significado dos produtos “Water Resistent” (resistentes à água) e “Waterproof” (à prova d’água). Os resistentes à água são produtos de uso diário e sua proteção é somente em caso de respingos de água ou chuva. Já os “Waterproof” são feitos especialmente para quem pratica esportes aquáticos, como mergulho.

th
August 7th, 2016 / (No Comentários)

Instrutor de mergulho encontra baleia-jubarte em Ubatuba

Uma baleia-jubarte foi flagrada em alto-mar na manhã no dia 20 de Julho em Ubatuba, litoral norte de São Paulo. De acordo com Emerson Figueiredo, que gravou o vídeo, o animal chegou a encostar na embarcação em que ele estava.

As imagens foram feitas por volta das 9h, perto da Ilha da Selinha. Emerson costuma passar por aquela área durante suas atividades. Ele é instrutor de mergulho em Ubatuba e disse que é comum ver animais neste ponto, que é mais distante do continente.

Ele se surpreendeu com a espécie avistada.“Já tinha visto outros animais, outras espécies de baleia, mas nunca a jubarte. Então eu vi a baleia de longe e resolvi me aproximar para filmar, acabei chegando bem perto. Na hora eu fiquei até com medo dela entrar debaixo e o barco virar”, afirma.

Apesar de despertar o interesse da população, a aproximação pode trazer riscos para o ser humano e também para as baleias. O oceanógrafo do Aquário de Ubatuba, Hugo Gallo, explica que o animal poderia ter se machucado na hélice do barco ou então virado a embarcação.

Fonte: G1

10-800x531
July 11th, 2016 / (No Comentários)

Dicas preciosas de apneia com o recordista Ricardo Bahia

Segurança

O aspecto mais importante a ser levado em conta para qualquer um que deseja evoluir na apneia é o total cumprimento das normas de segurança do esporte. O maior risco que enfrentamos é a síncope (desmaio) devido à redução dos níveis de oxigênio no sangue durante uma apneia prolongada. Deste modo, a regra número 1 é: só pratique apneia sob a supervisão de alguém que esteja apto a lhe socorrer no caso de uma síncope. Há diversos registros de morte de pessoas que estavam treinando ou brincando sozinhas.

Como nem sempre é fácil conseguir uma dupla para praticar, algumas pessoas acreditam que podem treinar sozinhas se a apneia for feita de maneira mais leve, “sem forçar”. Com dois argumentos, espero que você, leitor, desista desta ideia. O primeiro é prezando pela sua integridade física, já que o risco de síncope numa apneia de curta duração é menor, mas ainda existe. O segundo é que, se você pretende treinar realizando apneias de baixa intensidade, praticamente não terá resultados em termos de melhora do seu rendimento. Seria o mesmo que um corredor de maratona optasse por fazer os seus treinos caminhando. Que ganho ele teria? Para conseguirmos superar nossos limites, precisamos aprender a lidar com o anseio da vontade de respirar. Precisamos manter nosso corpo relaxado e acreditar que é possível aguentar um pouquinho mais, sabendo que nenhum mal irá lhe acontecer se você for adiante. E isso tudo só é possível quando temos confiança plena em nossa segurança e em nossas condições de saúde. Estas últimas deverão ser periodicamente avaliadas por um médico.

Relaxamento

Durante o mergulho, devemos utilizar somente aqueles músculos estritamente necessários ao movimento submerso. Todo restante do corpo deve estar plenamente relaxado. Cada músculo contraído se traduz em maior consumo de oxigênio e, consequentemente, menor rendimento em apneia. Da próxima vez que você for à academia de musculação, observe como a maioria das pessoas faz caras e bocas contraindo os músculos da face ao levantar pesos destinados para as pernas, por exemplo. Temos este reflexo natural de contrair outras partes do corpo durante atividades que, em teoria, não requerem isso. Precisamos praticar a consciência corporal para evitar este reflexo involuntário durante nossos mergulhos.

Uma técnica muito útil que pode ser utilizada antes e durante a imersão consiste em fechar os olhos e tomar consciência de cada parte do corpo tentando torná-la ainda mais relaxada. Executamos uma varredura que se inicia pela extremidade dos dedos dos pés e vai até a ponta da cabeça, verificando o estado de cada parte do corpo. Às vezes, achamos que já estamos completamente relaxados, mas alguns músculos de partes que raramente prestamos atenção podem estar contraídos e ganharemos alguns segundos (ou metros) se conseguirmos relaxá-los, por exemplo: panturrilhas, glúteos, esfíncter, ombros, pescoço, mandíbula/maxilar, bochechas, olhos, língua e muitos outros.

O relaxamento está totalmente associado a fatores psicológicos, bem como no controle dos seus pensamentos e estresse. Se você tem medo de tubarão, evite pensar neles enquanto estiver mergulhando. Ao invés disso, pense em sereias. Por fim, leve em conta que o relaxamento pleno só poderá ser atingido se não estivermos sentindo frio, um dos maiores inimigos da apneia. O uso de uma boa roupa de neoprene de espessura adequada à temperatura da água do seu ponto de mergulho é imprescindível.

Fonte: Revista Mergulho

download
June 29th, 2016 / (No Comentários)

Dispositivos de sinalização de Superfície

Quando você estiver mergulhando, o mundo acima da superfície não para; tudo continua se movendo, no caso improvável de que o barco de mergulho continue a adiante sem você ou se você separar do resto de seus companheiros de mergulho, você vai precisar de uma maneira para atrair a atenção. É muito mais comum, é claro, que os mergulhadores se distraem com a beleza do recife e nadam fora de curso, ou se deixam levar por uma corrente inesperada. Então, quando imergem, eles encontram o barco fora de alcance.

Embora certamente não aconteça muitas vezes, não importa quais são as probabilidades, você vai querer tomar todas as precauções quando sair para qualquer mergulho; ficar seguro deve ser a prioridade número um. Dispositivos de sinalização irão ajudá-lo a tornar-se visível para o seu barco de mergulho ou outro tráfego de superfície nas proximidades, assim você pode ser pego de forma rápida e com segurança – bem como ajudar a sinalização de socorro ao barco de apoio ou em terra em uma situação de emergência.

Dependendo de onde você mergulhar e que tipo de mergulho que você faz, você pode preferir diferentes tipos de dispositivo de sinalização. Recomenda-se levar pelo menos dois tipos diferentes de sinalização quando sair para um mergulho: um sonoro e visual.
Os mergulhadores normalmente utilizam os seguintes dispositivos, dentre os quais você escolherá dois ou mais:

• Os apitos são os dispositivos sonoros mais comuns. Você normalmente prende o apito no inflador do seu CE, onde consiga pegá-lo rapidamente, mas que não atrapalhe quando não estiver em uso.

• As cornetas de baixa pressão (cornetas de ar) utilizam o ar do seu cilindro. O som produzido é muito mais potente do que o dos apitos. Elas geralmente são conectadas ao inflador do CE; você provavelmente também vai querer ter um apito convencional para usá-lo se o seu cilindro estiver vazio.

• Os tubos sinalizadores infláveis são feitos de plástico/tecido com cores vivas (geralmente alaranjado) que você infla na superfície da água. Eles se projetam mais de 1 metro/3 pés acima da superfície, aju¬dando-o a permanecer visível mesmo em águas agitadas. Eles são enrolados para ficarem bem compactos e guarda¬dos no seu bolso quando não estiverem em uso.

• As boias de marcação de superfície do tipo DSMB têm a mesma função que os tubos sinalizadores infláveis. A principal diferença é que você pode prendê-las a um cabo numa carretilha e lançá-las do fundo, à meia água ou na superfície. Para alguns tipos de mergulho, tal como o mergulho com rebreather, as DSMBs são equipamento padrão. Em algumas regiões elas se tornaram parte do equipamento padrão para todos os mergulhadores; se isso se aplicar à sua região, seu instrutor ensinará sobre o uso de DSMBs durante o curso e pode fazer com que você pratique usá-las.

• Os espelhos sinalizadores permitem que você reflita a luz solar para atrair a atenção. Além de sinalizar para embarcações, você também pode sinalizar para aeronaves. Eles são compactos e cabem no seu bolso.

• Luzes de sinalização e estrobos (luzes piscantes) projetados especificamente para o mergulho são os melhores dispositivos de sinalização visual para mergulhos noturnos. Eles cabem num bolso, ou você pode prendê-los ao braço ou ao pulso.

Escolher os melhores dispositivos de sinalização dependerá dos regulamentos locais, o tipo de mergulho que você estará fazendo e como remota você espera ser.

Fonte: http://www.padibr.com.br/blog

casamento_mar_06
May 18th, 2016 / (No Comentários)

Vestidos de noivos, duplas celebram casamento no fundo do mar na Bahia

Dois casais de mergulhadores Salvador participaram na manhã deste sábado (7) de uma cerimônia de casamento no fundo mar da praia do Porto da Barra, na capital baiana. Com direito a vestido de noiva e penteado, as noivas ainda usaram maquiagem a prova d’água. Já os noivos, usaram o tradicional paletó.

O casamento de Nargiclei Grecco e Adijaiane da Cunha e Diego Penna e Júlia Sussuarana contou com convidados e teve até sereia como dama de honra, que entregou as alianças no fundo do mar.
O tradicional arremesso do buquê, também foi realizado. Na hora do sim, os casais levantaram plaquinhas para confirmar o matrimônio. A cerimônia ocorreu a dez metros de profundidade.

Os convidados e noivos usaram equipamentos como máscaras, nadadeiras, cilindro com oxigênio, roupa específica, entre outros. A cerimônia foi idealizada por uma escola operadora de mergulho, localizada no Porto da Barra. De acordo com a escola, além dos noivos, todos os convidados possuíam curso de mergulho.

Fonte: G1

101-600x600
April 25th, 2016 / (No Comentários)

Mergulhar está no sangue. Ou melhor, nos músculos

A vida começou na água. E durante centenas de milhares de anos, todos os animais que existiam eram exclusivamente aquáticos. Acima da superfície reinava um mundo de oportunidades. Sem predadores e com recursos alimentares em abundância, o cenário oferecia um grande incentivo para a evolução da vida terrestre. O grande problema que os animais aquáticos enfrentavam para se adaptar a vida terrestre era a reprodução. Os peixes, em sua grande maioria, se reproduzem por fecundação externa, lançando seus gametas na água. Não é preciso dizer que essa característica torna inviável a vida sobre a terra. Mesmo assim, algumas espécies se aventuraram para além do litoral, suas nadadeiras se transformaram em patas e deram origem aos anfíbios.

Apesar da importância deste primeiro passo, a conquista da terra ainda não estava completa. Os anfíbios do passado, assim como seus descendentes atuais, os sapos, rãs e salamandras, não foram capazes de abandonar totalmente a vida aquática. Eles ainda dependem da água para depositar seus ovos e como meio para a sobrevivência dos girinos. A conquista definitiva da terra apenas aconteceu quando os répteis inventaram o ovo como nós conhecemos bem, aquele com a casca impermeável. Agora estavam livres para depositar os ovos onde quisessem e se reproduzirem em quase todos os habitats terrestres, inclusive em desertos.

A evolução nem sempre segue uma lógica a longo prazo, sendo as vezes até contraditória. Um bom exemplo do que quero dizer são os animais terrestres que voltaram a ter um estilo de vida aquático. Vejam o curioso dilema das tartarugas-marinhas. Se adaptaram tão bem a vida aquática que poderiam passar a vida inteira sem sair do mar, se não fosse por um único motivo. Ir botar o bendito ovo que permitiu a evolução da vida terrestre. Este é o único momento na vida de uma tartaruga marinha em que ela vai a terra. Tanto que os machos, livres desta tarefa incômoda, passam a vida inteira sem sair do mar.

O mesmo paradoxo é visto nos mamíferos marinhos. Apesar de terem eliminado a necessidade de depositar ovos em terra e poderem completar seu ciclo reprodutivo sem precisar sair do mar, a alta demanda energética de seu metabolismo requer grandes quantidades de oxigênio. Oxigênio que, inconvenientemente para um animal marinho, precisa ser obtido na atmosfera, pois foi lá que os antepassados dos mamíferos marinhos evoluíram. O tempo máximo de mergulho é uma característica crítica para os animais aquáticos, pois define a profundidade máxima em que podem ir procurar comida, permite a exploração de novos recursos alimentares, determinam o quão longe animais polares podem nadar sob o gelo e limita o tempo em que pode ficar submerso para escapar de predadores.

A necessidade de emergir para respirar impõem limites a duração do tempo de mergulho destes animais. Portanto, é natural que desenvolvam adaptações evolutivas que aumentem a capacidade de permanecer submersos. As mudanças anatômicas no formado do corpo, como membros e cauda em forma de nadadeiras, são as modificações mais óbvias que os tornam mais eficientes no meio aquático. Nos mamíferos marinhos, outras adaptações para o mergulho incluem o reflexo de cessar a respiração embaixo d’água, redução no batimento cardíaco e vasoconstrição periférica. Esta última limita a circulação sanguínea para os órgãos não essenciais, reservando o máximo possível de oxigênio para regiões vitais, como o cérebro e o coração.

Um novo estudo identificou um mecanismo adicional para aumentar a eficiência respiratória dos mamíferos marinhos. Eles acumulam grande quantidade de oxigênio em seus músculos, através da proteína chamada mioglobina, que se associa com o gás da mesma forma que a hemoglobina, responsável pelo seu transporte através da corrente sanguínea. Mergulhadores de elite no reino animal, como a baleia-cachalote e o elefante-marinho, que são capazes de realizar mergulhos com bem mais de uma hora de duração, chegam a ter trinta vezes mais moléculas de mioglobina em seus músculos do que os mamíferos terrestres.

Altas concentrações de mioglobina é uma característica que evoluiu independentemente entre vários grupos de mamíferos aquáticos não relacionados, como baleias, focas, peixes-boi, castores, etc. Essa evolução convergente reforça a hipótese de que a função da mioglobina é prover uma reserva de oxigênio para ser utilizada durante o mergulho nestes animais. Ao analisar diferentes concentrações desta proteína ao longo de todo o grupo dos mamíferos, é possível até mesmo inferir grupos de espécies terrestres que tiveram antepassados aquáticos já extintos. Por exemplo, este estudo indica que os elefantes atuais derivam de uma linhagem de espécies com hábitos no mínimo semi-aquáticos no passado, o que faz bastante sentido quando vemos fotografias recentes de elefantes nadando em mar aberto.

A filogenia dos mamíferos demonstra que adaptações para o retorno a vida aquática é um fato comum e recorrente, tendo acontecido independentemente pelo menos sete vezes em diferentes momentos do passado. Agora bem que poderia ser a vez dos humanos, não é mesmo?

Fonte: mergulho.com.br

tubarao
January 31st, 2016 / (No Comentários)

Russo se arrisca e ‘acaricia’ tubarão branco enorme em mergulho

O mergulhador russo Dmitry Vasyanovich se arriscou e colocou a mão na cabeça de um grande tubarão branco durante mergulho na região da Ilha de Guadalupe, no México. O próprio Vasyanovich‎ compartilhou a cena impressionante em sua página no Facebook.

Vários de seus amigos comentaram a foto, e um deles escreveu: “Um segundo antes de perder a mão”. Vasyanovich estava em uma gaiola de proteção quando o tubarão se aproximou e ele aproveitou para passar a mão na cabeça do predador.

Arctic landscape in Greenland
August 30th, 2015 / (No Comentários)

Nível do mar subiu 8 centímetros em 23 anos, diz estudo

Um estudo de cientistas da NASA, divulgado nesta quarta-feira (26), aponta que o nível dos mares subiu cerca de 8 centímetros desde 1992.

O aumento deve-se ao aquecimento da água e do derretimento de geleiras, devido a temperatura global cada vez maior.

Esse dado indica que o nível do mar deve subir até 90 centímetros até o final do século XXI. Em 2013, a Organização das Nações Unidas havia feito uma projeção que o nível subiria de 30 a 90 centímetros.

Entretanto, o aumento não é o mesmo em todas as regiões: há locais que mostraram aumento de 25 centímetros, enquanto outros mostraram diminuição.

O geofísico Steve Nerem, da Universidade do Colorado, disse que é “muito provável que [esse aumento] piore no futuro”.

Fonte: G1

a-baleia-azul
August 30th, 2015 / (No Comentários)

Cientistas estudam coração da baleia-azul, o maior do mundo

Cientistas do Museu Real de Ontario, Canadá, dissecaram uma baleia-azul e mostraram como é o maior coração do mundo.

São 180 quilos e 1,5 metros de comprimento. Quando em funcionamento, bombeia 220 litros por batimento cardíaco.

Essa é a primeira vez que um coração da espécie foi armazenado para ser estudado. O animal foi encontrado morto em Newfoundland, no Canadá.

Os pesquisadores dissecaram a baleia e foram necessárias quatro pessoas para retirar o coração da cavidade torácica. O coração ficou congelado por um ano, e agora ele está sendo preenchido com formol para ficar bem preservado.

Depois, o coração será desidratado e depois preenchido com silicone, para ficar totalmente conservado e ser exposto no museu junto ao esqueleto da baleia.

Fonte: Revista Mergulho

tubarao11
August 30th, 2015 / (No Comentários)

Grupo faz mergulho no momento em que tubarões devoravam baleia

Um grupo se arriscou e mergulhou ao lado de tubarões enquanto os predadores se alimentavam da carcaça de uma baleia na costa de KwaZulu-Natal, na África do Sul.

Durante o mergulho arriscado, um tubarão branco chegou a ficar cara a cara um dos mergulhadores, Haroon Skhokho Osman. Ele postou o encontro em sua página no Instagram.

Fonte: G1

logo
July 29th, 2015 / (No Comentários)

19º encontro NAUI Mercosul será realizado em Jundiaí

O 19º Encontro NAUI Mercosul será realizado em Jundiaí, entre os dias 11 e 16 de agosto.

O evento vai reunir profissionais de mergulho de vários países da América Latina e um dos destaques é que pessoas de outros países poderão aprender o método de ensino de mergulho a deficientes, que foi desenvolvido na cidade.

O encontro é voltado para técnicos especializados, com cursos e palestras sobre regulamentações, sistemas de ensino e preservação do meio ambiente e é organizado por Alvani Oliveira.

A NAUI é a maior certificadora mundial de profissionais e equipamentos para mergulho e seu lema é “mergulho seguro pela educação”.

baleiaB
July 29th, 2015 / (No Comentários)

NASA anuncia satélite para observar baleias azuis

No último final de semana, a NASA anunciou uma nova ferramenta online que vai ajudar a proteger a baleia azul, espécie ameaçada de extinção.

O projeto será realizado em conjunto com a Administração Norte-Americana Atmosférica e Oceânica (NOAA, na sigla em inglês).

A novidade se chama WhaleWatch (observador de baleias, em português) e vai ajudar na redução da mortalidade destes animais, em especial nos casos de colisão com barcos ou de enroscamento em apetrechos de pesca.

Das 12.000 baleias azuis que ainda restam no planeta, um quarto delas vive no Oceano Pacífico.

A maioria delas migra ao longo do litoral da Califórnia, na rota de grandes navios de pesca e de tráfego entre os grandes portos de Los Angeles e São Francisco, EUA.

As baleias não são detectadas pelos satélites em escala global. Mas os cientistas sabem que elas se reúnem em determinados locais em busca de seu alimento preferido, os pequenos camarões “krill”.

Os krills também não são detectados pelos satélites. Assim, os cientistas vão localizar as baleias azuis buscando onde estão as águas ricas em nutrientes que possibilitam a presença dos camarões.

A melhor hora para isso é quando as águas frias profundas ricas de matéria orgânica afloram à superfície do oceano banhada pelo sol. Agindo como fertilizante, essa matéria orgânica cheia de nutrientes faz explodir a flora do fitoplâncton, cuja clorofila é visível do espaço.

Resultado: onde há clorofila no mar, deve haver nutrientes dos krills. E onde houver krills, as baleias azuis se reunirão em busca desse alimento. E isso ocorre, de fato, pois as baleias se reúnem em certos momentos do ano, nesses locais mais apropriados para seu banquete.

Com esta estratégia, a NASA pretende observar a baleia, mapeá-las e, com essas informações, criar projetos de proteção mais eficientes à espécie.

Fonte: CBN

oceanos
June 17th, 2015 / (No Comentários)

7 MOTIVOS PARA COMEÇAR A MERGULHAR

1 – O mergulho é a melhor maneira para desvendar a vida no fundo do mar. Experiência mínima é necessária para dominar esta pratica, diversas escolas espalhadas pelo Brasil oferecem o curso básico que pode ser feito em pouquíssimos dias.

2 – Devido à flutuabilidade, mergulhar faz você se sentir como se estivesse voando, ingressando em um novo mundo.

3 – Você não irá acreditar quando estiver diante das maravilhas e biodiversidades do universo submarino. A experiência irá te ajudar a compreender melhor a importância em preservar os oceanos e mares do nosso planeta.

4 – Além de estar lado a lado com golfinhos, recifes de coral, peixes das mais variadas espécies, mergulhar proporciona momentos de extrema paz e diversão.

5 – Aventura aquática: um mergulhador não pode deixar de experimentar um mergulho com tubarões, que em geral, sofrem preconceito e são rotulados como nossos maiores inimigos mortais. Bobagem! A verdade é que estes animais parecem sentir pouco interesse por “gente” e, de fato, o ser humano não é um prato comum na dieta do tubarão. A possibilidade de morrer fulminado por um raio ou num acidente de automóveis é muito maior do que ser atacado por um tubarão.

6 – Deixe suas preocupações cotidianas de lado. Mergulhar é a oportunidade ideal de entrar em contato com a natureza e consigo mesmo, porque, mesmo com os sons das bolhas de ar, tem-se silêncio, importante para combater o estresse. Afinal, todo mundo precisa de uma válvula de escape.

7 – o Mergulho submarino permite que pessoas de diferentes áreas se conheçam e compartilhem momentos incríveis dentro e fora d’água.

Fonte: Revista Mergulho

02
May 27th, 2015 / (No Comentários)

Conhecido como ‘aquário do mundo’, mar no México é paraíso do mergulho

Conhecida como o “aquário do mundo”, a região do Mar de Cortez, no México, atrai turistas apaixonados por mergulho.

O apelido foi dado pelo famoso oeanógrafo francês Jacques Cousteau devido à rica biodiversidade da área, que abriga mais de 850 espécies de vida marinha.

Entre as espécies encontradas na região, localizada na costa do Pacífico, estão tubarões-baleia, leões-marinhos e arraias-jamantas gigantes, além de muitos peixes tropicais.

O lugar também atrai quem gosta de observar baleias, pois suas águas temperadas abrigam espécies como a jubarte, a baleia-azul, a baleia de barbatana e a baleia cinzenta.

Uma das principais cidades da região é La Paz, capital do estado da Baja California Sur. Nas ilhas que rodeiam essa baía, há mais de 25 pontos de mergulho.

Em um dos locais fica uma balsa naufragada, presa a um banco de areia, que forma um recife artificial repleto de vida marinha. A temporada de mergulho vai de junho a outubro.

01
May 27th, 2015 / (No Comentários)

‘Encantadora de tubarões’ beija predador em mergulho nas Bahamas

Conhecida como “encantadora de tubarões”, a mergulhadora italiana Cristina Zenato foi fotografada enquanto beijava carinhosamente um tubarão em mergulho nas Bahamas. A imagem fez sucesso após Cristina postá-la em sua página no Facebook.

Cristina Zenato ganhou o apelido de encantadora de tubarões, pois desenvolveu uma técnica para “adormecer” os predadores chamada de Imobilização Tônica. Com a técnica, os tubarões chegam a ficar de ponta cabeça sobre a palma da mão de Cristina.
Ao esfregar com a mão suavemente sobre pequenas aberturas ao redor de sua boca e nariz, conhecidas como ampolas de Lorenzini, ela induz os animais a um estado de paralisia, no qual eles ficam por até 15 minutos.

“Aprendi [a técnica] por acidente. O tubarão vinha alto em direção ao meu rosto”, contou ela em 2011. “Eu o toquei para empurrá-lo para baixo, mas o tubarão parou de nadar. Foi um comportamento que nos maravilhou e não podíamos explicar”, disse.

02
May 27th, 2015 / (No Comentários)

Casal de mergulhadores salva raia enrolada em fios de pesca

Durante um mergulho pelas águas quentes das Filipinas, a norte-americana Jane Headley e seu marido depararam com uma raia enrolada em fios de pesca. Em uma demonstração de coragem, eles se aproximam cada vez mais dela para ajudar. Após algumas tentativas, eles finalmente conseguem liberar o peixe. Por sorte, o casal gravou o mergulho.

Assista:

02

filhote-albino-tartaruga-marinha-projeto-tamar
January 28th, 2015 / (No Comentários)

Visitantes já podem conhecer filhotes albinos de tartaruga marinha em Ubatuba

Filhotes albinos de tartaruga-cabeçuda (Caretta caretta), fenômeno raro para a espécie, nasceram no dia 20 de dezembro de 2014, em São Francisco de Itabapoana/RJ. Do ninho encontrado na Praia do Gargaú nasceram 118 filhotes, sendo 8 albinos. Como são muito frágeis e na natureza não conseguiriam sobreviver devido a falta de pigmentação que facilita sua localização por predadores, os biólogos os levaram para a base mais próxima para proteção e estudo. Agora, eles estão em segurança em um tanque especial no Tamar Ubatuba/SP e podem ser conhecidos pelas pessoas.

No ciclo de vida das tartarugas marinhas, estima-se que apenas um ou dois em cada mil filhotes nascidos sobrevivam até a idade adulta. Isto acontece de forma natural, já que os pequenos filhotes de tartarugas marinhas nascem com cerca de 10cm de comprimento e servem de alimento para uma grande diversidade de animais (caranguejos, polvos, aves marinhas e principalmente os peixes). No caso dos filhotes albinos esta probabilidade de sobrevivência é ainda menor, já que a coloração branca chama atenção dos predadores, aumentando as chances de serem comidos logo nos primeiros dias de vida. Em cativeiro, sob cuidados especiais, é possível entender um pouco mais do comportamento e possíveis causas desse fenômeno, conta Berenice Gomes, coordenadora do Tamar Ubatuba.

A equipe de Ubatuba recebeu em 1994 dois filhotes albinos, também nascidos no RJ, um deles sobreviveu por 6 anos, outros 8 filhotes recebidos em 2002 não sobreviveram.

Mais informações: (12) 38326202 / 38327014 (tratar com Henrique Becker)
Rua Antonio Athanásio, 273 – Itaguá
tamaruba@tamar.org.br

tubarao-boca-grande
January 28th, 2015 / (No Comentários)

TUBARÃO-BOCA-GRANDE FICA PRESO EM REDE DE PESCA NAS FILIPINAS

Um visitante inusitado surpreendeu pescadores nas Filipinas. Uma espécie rara de tubarão ficou presa em redes de pesca. O tubarão-boca-grande, cujo nome científico é Megachasma Pelagios, tinha 4,5 metros de comprimento.

O animal foi capturado acidentalmente nesta quarta-feira (28) na costa da região central das Filipinas e não sobreviveu. A espécie pode chegar a até 5,2 metros e viver por até 100 anos.

Foi preciso usar uma maca com cabos de aço para retirar o corpo do tubarão da água.

Fonte: Revista Mergulho

01
January 19th, 2015 / (No Comentários)

Pernambuco aprova normas de segurança para mergulho

A capital brasileira do mergulho, Recife, e também boa parte da costa pernambucana, estão entre os principais destinos procurados para a observação submersa da vida marinha. As águas quentes e transparentes e pelo menos 25 navios naufragados atraem turistas brasileiros e estrangeiros para a região.

Para tornar a atividade mais segura, o estado aprovou recentemente a Lei 15.441, de 2014, que estabelece, entre outras normas, a lista de equipamentos indicados e um mapa das localidades onde se pode mergulhar no estado: são 25 em Ipojuca e Porto de Galinhas e outros 20 em Fernando de Noronha.

As operadoras e os profissionais devem estar cadastrados na Capitania dos Portos de Pernambuco e credenciados conforme normas da ABNT. Ao instrutor cabe informar as condições do ambiente de mergulho e, ao praticante, cumprir as recomendações e preencher a ficha médica e termo de responsabilidade.

O turismo de aventura é o segundo principal motivo de viagens feitas a lazer por estrangeiros que visitam o Brasil (19% da preferência dos visitantes), de acordo com o Ministério do Turismo. “O mergulho é uma atividade com potencial para se tornar uma das principais referências do turismo ligado à natureza”, diz o ministro do Turismo, Vinicius Lages. Ele considera positiva a iniciativa do governo em criar uma lei estadual que normatize a prática do mergulho e dê mais segurança ao turista.

A lei entrou em vigor no dia 25 de dezembro e estabeleceu um prazo de 90 dias para que o mercado se regularize. As empresas que oferecem a modalidade devem estar cadastradas no Cadastur, o cadastro nacional dos prestadores de serviço turísticos no Brasil.

Fonte: turismo.gov.br

Fique por dentro

Acesse nossas redes e cadastre-se em nossa newsletter para novidades.

Categorias